Trabalhando na Disney

Toda sexta-feira nós colocamos post sobre esse tema aqui no nosso Blog e sempre é um sucesso. Afinal, quem não tem o sonho de trabalhar na Disney?

Já explicamos detalhadamente sobre o programa e como se faz para participar do processo de seleção nesse post aqui, e já compartilhamos da experiência de outras meninas também.

A escolhida desta vez foi a Marina Correa,  que trabalhou duas vezes já na Disney !

Olá, meu nome é Marina e eu sou uma Disney Alumni com dois programas no currículo.

Se você acompanha aqui o site, já deve ter lido os outros depoimentos, por isso, queria falar menos da parte de seleção e mais sobre como você pode fazer a diferença com pequenas ações.

Marina Correa 1

O primeiro dos meus dois programas na Disney foi o ICP 14/15 (agora chamada CEP – Cultural Exchange Program), na role de Attractions, no Epcot. Quando eu descobri sobre este intercâmbio de trabalho de curta duração na Disney, fiquei muito empolgada. Até então, só tinha visitado a Flórida uma vez, quando tinha 14 anos e todas as minhas lembranças eram muito boas.

A cada etapa eu ficava mais animada e nervosa; afinal, este não era somente um intercâmbio voltado para aprimorar um idioma, mas meu primeiro trabalho de verdade, com todas as suas responsabilidades.

Na segunda entrevista (que acontece com um recrutador da Disney), falei que meu parque preferido era o Epcot, principalmente pelo World Showcase e seus países.

Marina Correa 4

Fiquei muito feliz quando descobri que trabalharia o mais perto possível que um brasileiro pode trabalhar (tirando os Custodials) nos pavilhões: eu faria parte da atração conhecida como Agent P’s World Showcase Adventure, um jogo interativo onde os visitantes procuram pistas nos países e ajudam Perry, o ornitorrinco, a acabar com os planos do Dr. Doofenshmirtz. Existem missões em sete dos onze países do World Showcase e o visitante pode escolher quantas delas quer jogar. Além de transformar crianças em agentes secretos, eu passava meu dia todo de trabalho andando de um lado ao outro do World Showcase.

O Agent P costumava ter quatro carrinhos de onde você poderia começar o jogo, mas devido à reforma de expansão de Frozen, no pavilhão da Noruega, o carrinho que costumava ficar ali foi removido no réveillon de 2015.

Marina Correa 3

Além disso eu tinha posições de backstage, como recolher os telefones que eram emprestados aos guests para o jogo (hoje em dia você pode jogá-lo diretamente no seu celular através de um app) e, uma das minhas funções preferidas, dar uma última volta pelo World Showcase à noite, para ter certeza que todos os guests já haviam ido embora, para que se desse início à limpeza noturna do parque. Outra das minhas positions era o quiosque de FastPass+, na saída do International Gateway do parque, uma saída que não é tão utilizada quanto a principal (aquela da Spaceship Earth).

Um dia, vi um pai que deixava seu filho pequeno encostar sua Magic Band no touch point do FastPass+, e eu perguntei se poderia ajudá-los. Ele me disse que tinha sido a primeira visita do pequeno e aquele era seu último dia de parque. Perguntei ao menino se ele havia gostado da Disney e lhe dei um Mickey sticker (um adesivo), para que ele se lembrasse dessa viagem mágica. O pai ficou muito feliz e agradecido com esse gesto, uma ação simples, mas que transformou aquele momento em um memorável. São situações como essa em que você percebe quão especiais pequenos gestos podem ser.

Meu segundo programa aconteceu de maio a agosto de 2016. Novamente no meu parque querido, o Epcot, mas dessa vez como uma International Park Greeter. O PG (como é carinhosamente chamado), é um programa onde todos os brasileiros têm basicamente a mesma função: a de auxiliar as famílias e grupos latino-americanos. Neste programa você é bem mais livre, pois deve estar em diferentes locais do parque durante o dia. Além disso, carregamos em nossa nametag uma bandeira que diz “Orgulhosamente representando o Brasil”, e esta é a atitude com a qual você deve encarar o programa. Apesar do inglês ser uma língua considerada universal, nem todos que viajam aos Estados Unidos dominam completamente o idioma, por isso é tão necessária a presença de brasileiros na Disney, principalmente durante o verão americano. Esclarecer a um guest que a “pepper” daquele sanduíche é “pimentão” e não “pimenta”, pode ajudar na hora de escolher o que comer, por exemplo. Às vezes, um bom dia dito com um sorriso (e na sua língua materna), ou oferecer um bottom de “primeira visita” ou “feliz aniversário”, podem contribuir na alegria de um visitante, especialmente para aqueles que encontram no idioma uma barreira.

Sem-Título-1

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Se você já trabalhou na Disney, e quiser compartilhar sua experiência conosco, envie um email para marketing@orlandoticketsonline.com.br com sua história e mais quatro fotos!

Quando completarmos 30 depoimentos, faremos o sorteio de um iPad entre os 30 participantes! 🙂

Boa sorte a todos! Esperamos ver você de novo aqui em Orlando.

Abraço,

Equipe Ronaldo Esteves – OTO